quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Verso - Açoite Obscuro - 20/10/10

Incerto como uivos à meia noite,
o infortúnio trajado em vinho,
chicote em brasa, sibilando açoite.
Fura, corta, amargo fruto de azevinho.

(Por: Alexandre Gubani)

Orgiem: Noite ruim, passageira, mas ruim. Poema apenas um retrato imaginário de alguns reflexos "medonhos"! hehe

4 comentários:

erikfn disse...

Foda, cara xD
Foda bagarai

Castro Lisboa disse...

Cara, simplesmente delicioso e inspirador!
Mudou de msn? Quero voltar a tratar contigo de assuntos poéticos.
Abraços

Ahígia disse...

ei! Gostei muito do que vc escreve! escrevo algumas coisas também.. mais pra cronicas do que para poemas.. e sobre atualidades, enfim.. uma bagunça de ideias.. mas, se quiser ir dar uma checada.. ficarei feliz..
to seguindo vc ja. podemos ser parceiros, se quiser.
bjos
versandodireito.blogspot.com

Izabelle Costa disse...

Pois é.
Não tinha noção que o rapaz aí fazia poesias. E boas. Muito boas.
Amei, viu?
Volte a colocar os sentimentos no papel. Gostamos de lê-los.
Bjs